O JUN PORTUGUÊS
Fevereiro 22, 2017 Sem comentários Probióticos Antonio Lopes

…para os amigos: o JUNTUGA

Há uns anos, a passear por um grupo americano, descobri o Jun, essa cultura exótica vinda das profundezas do Tibete, de monges misteriosos, mosteiros perdidos….

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Pessoalmente, alinhei pela opinião de Sandor Katz (mais aqui) sobre a origem do Jun.
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Foi nessa altura que nasceu a ideia de criar o meu próprio Jun, tendo em conta que arranjar uma bolacha original era coisa extra difícil.

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Sabendo que a Kombucha fermenta muito mais que chá (aqui), que os biofilmes são uma formação espontânea e uma forma comum de organização de microrganismos….

…meti mãos à obra.

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Peguei nuns grãos de kefir de leite, em chá de kombucha e água fermentada por tibicos e se não me falha a memória grãos de tibicos também (os apontamentos originais foram-se), adicionei mel, coloquei tudo num frasco e esperei….

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O resultado foi uma bela bolacha ao fim de um mês (não, não é a da foto).

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Mais tarde consegui arranjar Jun.
Comprei (já não sei em que site… sim é verdade, o alemão dá cabo de mim);

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Mas as primeiras bolachas foram enviadas de duas origens diferentes:

Da Maggie Grover Bacher que me deu a primeira, enviada da Alemanha (a mãe tinha vindo dos EUA);

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A segunda da Suiça pela Magali Pès Schmid (que tinha vindo de França(?)), com a ajuda da Cristina André.

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O objectivo era comparar as bolachas “originais” com a que tinha feito.

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Fiquei na mesma, já que o sabor do chá de todas era ligeiramente diferente e até a velocidade como cresciam.

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De resto, não se distinguiam…
🙂

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As primeiras bolachas de Jun que foram sendo doadas tiveram origem nestas (americana e suiça).

Nessa altura enviei também metade da bolacha americana para o Brasil. Para que a Yuki Watanabe começasse a espalhar o “bicho”  por lá.

😂

As minhas foram sendo reservadas para consumo próprio.

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Depois disso, durante algum tempo todas as bolachas que dei foram as que tiveram origem na minha.

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Actualmente mantenho duas culturas separadas:

As descendentes das americana / suíça (que misturei pouco depois de receber) e de doações que fui recebendo ;

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E as descendentes da que criei.

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Nota: Na foto, uma bolacha em formação, vendo-se a mãe por baixo.

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~/~

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  1. 1

    Nelson de Azevedo Soares

    Onde posso adquirir este tipo de bolacha, pois no que concerne a esta matéria sou um nabo, pouco ou nada sei com fundamento. O meu obrigado.

    Um abraço

    Responder
    1. 1

      Antonio Lopes

      Olá Nelson

      Adira sff ao grupo PROBIOTICAMENTE, no Facebook.

      Abraço

      Responder
  2. 1

    Paula

    Mas seja as suas que as americanas tem as mesmas colónias e nas mesmas percentuais?

    Responder
    1. 1

      Antonio Lopes

      Para pagar um estudo comparativo entre essas duas culturas ou até sobre qualquer outra que uso (kefir, tibicos, Kombucha…) para saber a microbiota específica de cada, eu teria de ser milionário.

      E como as minhas SCOBY não estão num ambiente esterilizado, tal estudo teria prazo de validade, já que a microbiota é dinâmica e pode variar com o tempo de vida de uma determinada cultura.

      Responder

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